quinta-feira, 21 de julho de 2011

Angra mais uma vez faz História ! Teremos 23 Delegados na Conferência Estadual de Juventude .


O COE-RJ Comissão Organizadora Estadual VALIDOU a I Conferência Municipal da Juventude de Angra dos Reis, realizada em Maio na Casa Larangeiras. pela primeira vez na História da Cidade Angra dos Reis terá uma delegação na Conferência Estadual de Juventude que acontecerá no mês de Outubro na Cidade do Rio de Janeiro. de acordo com os cálculos de proporcionalidade Angra será a terceira Maior Bancada da Conferência. Parabéns a todos que participaram deste momento histórico pra Juventude Angrense.

Link da Resolução Aprovativa:

https://www.google.com/accounts/ServiceLogin?service=writely&passive=1209600&continue=https://docs.google.com/viewer?a%3Dv%26pid%3Dexplorer%26chrome%3Dtrue%26srcid%3D0B1UOFyHGt6ubOGIwMzhmM2YtOGRmYy00OGQxLTg5OGItNTU1MzcwMWNhN2Rj%26hl%3Den_US&followup=https://docs.google.com/viewer?a%3Dv%26pid%3Dexplorer%26chrome%3Dtrue%26srcid%3D0B1UOFyHGt6ubOGIwMzhmM2YtOGRmYy00OGQxLTg5OGItNTU1MzcwMWNhN2Rj%26hl%3Den_US&hl=en_US

domingo, 10 de julho de 2011

Coordenadoria da Juventude Inicia Projeto Férias na Praça 2011

Iniciou neste sábado (9), a prefeitura de Angra dos Reis, através da Coordenadoria da Juventude, organiza o projeto intitulado “Férias da Juventude”, que promete realizar um intercâmbio entre as juventudes dos bairros da cidade levando apresentações culturais e musicais de jovens de uma comunidade a outra.

Essa será a segunda edição do evento, que acontecerá nos bairros de Garatucaia, Verolme, Frade e Serra D’Água. No ano anterior, o evento foi realizado com sucesso no Parque Mambucaba e na Japuíba, onde aconteceram várias performances teatrais, musicais e de dança. Em 2011, os artistas e grupos que vão se apresentar – sempre gratuitamente – no evento são: Grupo Visão Sem Limites, Teatro CMJ, Track 5, SDH, DJ Conrado e Banda New Inside.



Confira a programação:

Férias da Juventude – Centro Comercial Village, no calçadão

Dia 9 de julho – 9h30 às 14h

Férias da Juventude – Praça do Frade

Dia 15 de julho – das 18h às 22h

Férias da Juventude – Clube da Garatucaia

Dia 22 de julho – 18h às 22h

Férias da Juventude – em frente à escola da Serra D’Água

Dia 23 de julho – Das 13h às 17h

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Coordenador da Juventude entra de Férias. em seu lugar Respode Interinamente Vitor Simões


No Dia 29 de Junho, o Coordenador Municipal da Juventude de Angra dos Reis Zélio Nascimento estará se ausentando por 30 dias para suas Férias. em seu lugar assume como Coordenador Municipal da Juventude Interino o Jovem Vitor Simões que tocará os projetos da CMJ no mês de Julho são eles: Férias da Juventude (Praças:Serra D Água,Frade,Garatucaia,Verolme). e preparando também Eventos do Mês de Agosto Feira do Estudante e o II Concurso de Bandas e Fanfarras. Bom Descanso ao Coordenador e Boa Sorte ao Coordenador Interino.

Prefeito Tuca Jordão entra de licença


Vice Essiomar Gomes assumirá o governo por 20 dias
Na manhã de quarta, 22 de junho, mais de 100 pessoas passaram pelo Salão Nobre da prefeitura para acompanhar o ato de transferência de cargo do prefeito Tuca Jordão para o vice Essiomar Gomes, que vai liderar o município entre os dias 27 de junho e 16 de julho – tempo de duração da licença.
Secretários municipais, vereadores, membros de partidos políticos, profissionais da imprensa e populares marcaram presença no evento, que começou com o prefeito agradecendo a presença de todos e explicando os motivos da transferência de cargo, que acontece pela segunda vez na história do município. “Como vivi alguns problemas particulares, resolvi tirar um descanso, e quis fazer o processo da forma democrática, com o meu vice que, enquanto prefeito, vai tocar os projetos do governo”, explicou Tuca Jordão.
Antes de formalizar o processo de transmissão, o prefeito também deu boas notícias relativas à cidade. “A partir do segundo semestre vamos recriar a Secretaria de Pesca, e Humberto Martins será o secretário. Também estou estudando tirar a pesca do Centro e levá-la para a Rio-Santos, criando o entreposto pesqueiro numa área entre o Pontal e o Marbella”, informou Tuca Jordão.
A valorização do Centro Histórico também entrou na pauta. “Queremos levar, de forma estudada, o centro administrativo do município à Japuíba. Está na hora de transformar o Centro Histórico no que ele deve ser: uma área de lazer, cultura e entretenimento, para, assim, mudar em definitivo a nossa cidade”, afirmou o prefeito.
A parceria da prefeitura com a empresa Technip, relacionada à qualificação dos trabalhadores da cidade, o projeto social Passageiro Cidadão, que a partir do dia 1º de agosto vai estabelecer a tarifa de ônibus a R$ 1,00 para os moradores de Angra; e a entrega – em julho – dos 660 apartamentos restantes, aos cidadãos que perderam suas casas nas chuvas de 2010, também foram citados por Tuca Jordão, antes de ele próprio fazer a leitura do termo de transmissão de posse e oferecer a Essiomar a chance de se pronunciar. “O compromisso é grande, apesar do pouco tempo. Serão dias de muita responsabilidade. Nesses 20 dias que vou ter pela frente, espero colaborar com a cidade”, declarou.

Moção sobre o Plano Nacional de Banda Larga na perspectiva da Política Pública de Juventude no Brasil


Dentre os direitos reconhecidos pelo Estado brasileiro, a comunicação é o único que não possui nenhuma perspectiva de garantia para as/os jovens brasileiras/os, segundo o documento Reflexões sobre a Política Pública de Juventude, do Conselho Nacional de Juventude, em 2010. O documento aponta que, durante o período pesquisado (2002 a 2010), não consta a existência de nenhuma política de comunicação voltada para o público de 15 a 29 anos no Brasil.

Essas informações ficam mais significativas diante da importância que a internet tem na vida das/os jovens de nosso país, atualmente. Conectar-se, além de uma necessidade, é um desejo da juventude. Entre as marcas dessa geração, diz a pesquisadora Regina Novaes, está o medo de estar desconectado, ou seja, fora do circuito de informações e possibilidades oferecidas pela rede mundial de computadores.

A juventude se antecipa na Internet, aproveitando o espaço virtual não só para estar informada, mas, sobretudo para produzir, difundir e assumir uma postura colaborativa na construção de conhecimento via rede. Pesquisa(1) da Agência Box1824 e o Instituto Datafolha, aponta que 71% das/os jovens brasileiras/os indicam a Internet como meio preferencial para “fazer política”. Isso significa que para a maioria das/os jovens, a participação política passa diretamente pela web.

A efetivação de outros direitos, como a Cultura, Trabalho e a Educação, também passa pela garantia do acesso à rede. Além disso, ela gera desenvolvimento econômico para o país, podendo ser, portanto, uma via para o crescimento e a inclusão social.

Apesar da sua relevância, o acesso à internet ainda tem restrições no Brasil. Em todo o país, apenas 21% da população acessa internet com alta velocidade de casa. Temos aqui um serviço caro, lento e mal distribuído, que impossibilita milhões de brasileiros de acessarem a rede. O levantamento Análises e recomendações para as políticas públicas de massificação de acesso à internet em banda larga, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), revela que o gasto médio do brasileiro com internet em 2009 foi de 4,58% da renda mensal per capta.

Esses dados, somados à ausência de política de comunicação para a juventude, reforçam a relevância do Plano Nacional de Banda Larga, como instrumento imprescindível para a democratização do acesso à internet em alta velocidade em todas as regiões brasileiras, regulada por demandas sociais de universalização e efetivação do direito humano à comunicação. Contudo, as recentes sinalizações dadas pelo Ministério das Comunicações na gestão do PNBL têm preocupado os movimentos sociais e também o Conselho Nacional de Juventude, pois evidenciam o abandono da ideia da banda larga como um serviço público e a disposição em ceder aos interesses do setor privado.

Diante desse cenário, este Conselho, composto por dezenas de organizações e movimentos juvenis de todo o país, se soma a outros movimentos sociais, que acompanham o debate, para reforçar a necessidade de que a construção da política de banda larga no país esteja pautada no interesse público e na premissa da participação social.

Com base nas discussões realizadas pelo Conselho ressaltamos as seguintes questões com as quais o Ministério das Comunicações deve se comprometer na condução do PNBL:

1. Ampla participação popular no processo de construção do Plano Nacional de Banda Larga. Entendemos que só assim será possível garantir que o plano esteja de acordo com os interesses e as necessidades da população, principalmente da população jovem, supracitada como a mais conectada do país. O Conselho Nacional de Juventude se coloca como ator que se disponibiliza a colaborar diretamente nesse processo;

2. Caráter público do serviço de banda larga no país, fundamental para garantir metas de universalização, controle tarifário, bem como, o controle do padrão de qualidade na prestação do serviço de banda larga, potencializando o plano como uma verdadeira política de comunicação;

3. Estruturar o PNBL como um programa estratégico e de longo prazo, estabelecendo metas e objetivos claros, entendendo o papel fundamental da internet para o desenvolvimento do país;

4. Ampliação do Plano no sentido de universalizar o serviço de banda larga no país e tornar o Brasil um país, de fato, conectado;

5. Garantia da qualidade da velocidade da rede, como princípio de viabilidade de uso democrático da Internet;

6. Favorecimento da apropriação social das tecnologias de informação e comunicação, articulando políticas de serviços públicos via rede e e-gov, além de espaços qualificados de participação política na web junto ao PNBL.

1) Dados divulgados na matéria “Jovens se afastam de partidos e buscam web para fazer política, diz pesquisa”, 15/06/2011, pela jornalista Nara Alves, no site Último Segundo/Política do portal IG. Acessado em 21 de junho de 2011.

O direito ao transporte: uma luta justa da juventude

Por Gabriel Medina*

Diante da utilização de um serviço público para acumulação privada, estudantes brasileiros vão às ruas protestar contra aumentos nas tarifas de ônibus urbanos. O transporte público precisa ir ao centro das políticas públicas de juventude.

A mobilidade é um direito de todo cidadão e de toda cidadã e o transporte público é um dos principais instrumentos para que seja assegurado esse direito. A Constituição Brasileira ― Artigo 30, Inciso V ― delega ao Município a responsabilidade de organizar e prestar serviços públicos de interesse local, e explicita o transporte coletivo reforçando seu caráter de essencialidade.

Os jovens, em especial, compreendem o papel fundamental do transporte coletivo em suas rotinas. Diante da realidade de dependência financeira, dos desafios em busca de trabalho e formação educacional, o transporte público é a principal opção para locomoção da juventude em todo o país, sobretudo nos grandes centros. A juventude acaba se tornando refém da centralização dos equipamentos públicos e de acesso às produções culturais, artísticas e esportivas e convive com o isolamento territorial, principalmente os habitantes de periferias, ou mesmo jovens das áreas rurais do Brasil.

A concessão do serviço de transporte às empresas privadas tem contribuído para aumentar a mercantilização da vida. A juventude é alvo de um modelo perverso que a enxerga apenas como mercado consumidor e não como sujeito de direitos. Neste modelo, o lucro é o orientador, em detrimento do bem estar social.

A garantia do transporte público como direito precisa ser retomada em sua totalidade. Os governos Federal, Estaduais e Municipais devem assumir solidariamente a responsabilidade de construir um sistema que permita deslocamento digno e seguro para as populações das cidades e do campo, como também alocar recursos necessários à autonomia e inclusão das pessoas com deficiência como usuárias do sistema público de transporte.

Cabe chamar a atenção para a necessidade da realização dos Planos Diretores Participativos nos Estados, nos Municípios e na União, que devem impulsionar um planejamento responsável pautado nos interesses públicos e na sustentabilidade ambiental. É comum encontrar administrações municipais e estaduais, sustentadas em uma visão atrasada de modernidade dos anos 70, desenvolverem uma política de mobilidade urbana baseada no transporte individual em detrimento do transporte coletivo. Esse modelo é o principal responsável pelo caos do trânsito instaurado nas grandes cidades brasileiras. Certamente, isso será refletido em projetos futuros, como por exemplo, com a realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas.

A luta pelo não aumento das tarifas, encampada pela juventude em grandes cidades do país é, portanto uma luta justa. São muitas as cidades onde há sinais de mobilização da juventude pela redução dos preços das tarifas e/ou pelo passe livre. Em São Paulo ― apenas para citar uma das muitas capitais brasileiras em jornada permanente de mobilizações ― os/as jovens conversaram com a população, promoveram debates, tomaram as ruas e enfrentaram a dura e inaceitável repressão policial.

Esses/as jovens estão organizados não só nas capitais, mas nas principais cidades em todos os Estados. Dizem NÃO à ânsia pelo lucro das concessões privadas e reafirmam a condição humana de se indignar com as injustiças e lutar por seus direitos. O Movimento Passe Livre, a Revolta do Buzu e todas as manifestações que honram o calendário dos primeiros meses do ano são uma parte da resposta aos céticos que pregam a apatia da juventude e erroneamente tentam comparar nosso tempo a décadas passadas.

A juventude exige participação efetiva no desenvolvimento nacional, revindica avanços, luta contra retrocessos e busca a construção de um mundo voltado para as pessoas, onde haja qualidade de vida e oportunidade para todos e para todas. A mobilização pelo direito ao transporte, pelo acesso à cidade é a reatualização das lutas juvenis. É a expressão da luta contemporânea da juventude brasileira que está ativa, atenta e mobilizada na defesa dos seus direitos.



* Gabriel Medina é presidente do Conselho Nacional de Juventude

Conjuve aprova novas moções e resolução sobre Projovem em reunião ordinária

Na sua 25ª Reunião Ordinária, realizada em Brasília, no dia 6 de junho, o Conjuve aprovou as seguintes Moções: em apoio à luta de bolsistas em defesa dos seus direitos e pela valorização da pesquisa; contra a suspensão do kit do Programa do Ministério da Educação, Escola Sem Homofobia; além de uma terceira, em defesa do livro Por uma Vida Melhor, que gerou bastante polêmica junto à imprensa. Durante a reunião, o Conselho aprovou, ainda, uma resolução em defesa do Programa Nacional de Inclusão de Jovens – Projovem. Veja a íntegra dos respectivos documentos abaixo.

Moção Bolsistas 10.06

Moção -Conjuve kit anti-homofobia 10.06

Resolução 2- ProJovem 10.06

Polêmica sobre o Livro Por Uma Vida Melhor 10.6